Médicos enfrentam um mercado privado mais competitivo e pacientes que decidem o agendamento online — muitas vezes antes de qualquer contato humano. Por outro lado, as normas do CFM permitem uma gama ampla de estratégias digitais: site, SEO, tráfego pago e conteúdo educativo. Consequentemente, quem estrutura sua presença digital dentro das regras éticas sai na frente. Este artigo apresenta os cinco pilares do marketing médico — presença local, site de performance, conteúdo de autoridade, tráfego pago e reputação — com dados de mercado e um checklist acionável para diagnóstico imediato. O leitor sai com um plano claro de onde começar e por que a sequência de implementação importa tanto quanto a escolha dos canais.